Em outubro de 2001, o então deputado estadual Gilvan Costa levou à tribuna da Assembleia Legislativa um pedido pelo cancelamento do Recifolia. Ele argumentou que o momento pedia mais responsabilidade do poder público. Também defendeu maior recolhimento por parte das autoridades.
O parlamentar defendeu que investimentos em festas populares deveriam ceder espaço a ações voltadas para a família. Ele buscava valores mais alinhados com sua atuação como pastor. Assim, representava o eleitorado cristão e conservador de Pernambuco.
A defesa dos valores da família esteve presente em toda a atuação parlamentar de Gilvan Costa. Como pastor, ele também saiu em defesa das igrejas evangélicas após um crime que chocou Pernambuco.
Fonte: Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE)